quarta-feira, 1 de maio de 2013

BMW série K completou 30 anos de história em 2013

- Por Alexandre Ciszewski



Para comemorar os 30 anos da Série K, a BMW Motorrad lançou uma edição especial da K 1300 S, disponível nas concessionárias brasileiros com preço sugerido de R$ 82.900,00. A motocicleta possui características únicas, destacando-se a cor especial em Branco Alpino, Preto Safira Metálico e Vermelho Racing, além do para-brisa fumê. 

A BMW K 1300 S edição especial de 30 anos conta com ESA II (ajuste de suspensão eletrônico) e um pacote de segurança, que inclui RDC (controle de pressão dos pneus) e ASC (controle de tração), além, é claro, dos freios ABS de série, presentes em todos os modelos da BMW Motorrad. 



Para melhorar o caráter esportivo da moto, a K 1300 S edição especial de 30 anos recebe assistente de troca de marcha HP (High Performance), pedaleiras ajustáveis, sistema de escapamento com silenciador Akrapovic. 

O motor, de 1.293 cc, continua o mesmo: quatro cilindros em linha (4 válvulas por cilindro), refrigerado a líquido, capaz de gerar 175 cavalos de potência a 9.250 rpm e um torque máximo de 14,3 kgf.m a 8.250 rpm.
retirado da ;quatro rodas!



boa noite!

boa noite pilotos!!

terça-feira, 30 de abril de 2013

Ficha Técnica: Yamaha XJ6N

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Motor: 4 tempos / 4 cilindros / 16 V DOHC / 600 cc / refrigerado a água

Alimentação: injeção eletrônica

Ignição: eletrônica digital

Partida: elétrica

Diâmetro x curso (mm): 65,5 x 44,5

Taxa de compressão:
 12,2:1

Potência (cv a rpm): 77,5 a 10000

Torque (mkgf a rpm): 6,1 a 8500

Câmbio: 6 marchas, transmissão final por corrente

Chassi
Quadro:
 tipo Diamond tubular de aço

Suspensão
Dianteira:
 garfo telescópico hidráulico, com 130 mm de curso

Traseira: braço oscilante monochoque, com 130 mm de curso

Freios
Dianteiro:
 disco duplo de 288 mm, com pinça de 2 pistões opostos

Traseiro: disco simples de 245 mm e pinça simples

Pneus
Dianteiro: 
120/70-17

Traseiro: 160/60-17

DIMENSÕES

Comprimento (cm): 
212

Altura/largura (cm): 121/77

Entre-eixos (cm): 144

Peso a seco (kg): 186

Vão-livre (cm): 14

Altura do assento (cm): 78,5

Tanque (l): 17,3

DESEMPENHO

0-100 km/h (s): 4,9

0-200 km/h (s): n/d

0-1000 m (s / km/h): 25,6/191,4

De 40 a 70 km/h em 3ª (s): 2,9

De 60 a 90 km/h em 4ª (s): 
3,2

De 80 a 110 km/h em 5ª (s): 3,6

De 100 a 130 km/h em 6ª (s): 4,8

Máxima na pista de testes (km/h): 192,5

Velocidade real a 100 km/h (km/h):
 93

Consumo esportivo (km/l): 14,9

Consumo econômico (km/l): 
21,5
--> --> tirado ; quatro rodas!!

Ficha Técnica: Kawasaki Z750

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Motor: 4 tempos / 4 cilindros / 16 V DOHC / 750 cc / refrigerado a água

Alimentação: 
injeção eletrônica

Ignição: digital

Partida: elétrica

Diâmetro x curso (mm):
 68,4 x 50,9

Taxa de compressão: 
11,3:1

Potência (cv a rpm):
 106 a 10500

Torque (mkgf a rpm): 8,0 a 8300

Câmbio: 6 marchas, transmissão final por corrente

Chassi
Quadro: 
espinha dorsal tubular (com subquadro do motor) de aço

Suspensão
Dianteira: 
garfo telescópico hidráulico invertido regulável com 120 mm de curso

Traseira: monochoque, regulável, com 124 mm de curso

Freios
Dianteiro: 
disco duplo de 300 mm, com pinça de 2 pistões opostos

Traseiro: disco simples de 250 mm e pistão simples

Pneus
Dianteiro: 
120/70-17

Traseiro: 
180/55-17

DIMENSÕES

Comprimento (cm): 208,5

Altura/largura (cm): 110/80,5

Entre-eixos (cm): 144

Peso a seco (kg): 203/207 (ABS)

Vão-livre (cm): 15,5

Altura do assento (cm): 81,5

Tanque (l): 
18,5

DESEMPENHO

0-100 km/h (s): 3,9

0-200 km/h (s): 16

0-1000 m (s / km/h): 22,8/212,4

De 40 a 70 km/h em 3ª (s): 2,6

De 60 a 90 km/h em 4ª (s): 2,9

De 80 a 110 km/h em 5ª (s): 
3,2

De 100 a 130 km/h em 6ª (s): 4,2

Máxima na pista de testes (km/h): 215,7

Velocidade real a 100 km/h (km/h): 
94

Consumo esportivo (km/l):
 10,6

Consumo econômico (km/l):
 25,3
tirado de;quatro rodas!
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Ficha Técnica: Honda CB 600F Hornet


Motor: 4 tempos / 4 cilindros / 16 V DOHC / 599,3 cc / refrigerado a água

Alimentação: injeção eletrônica PGM-FI

Ignição: eletrônica

Partida: elétrica 

Diâmetro x curso (mm):
 n/d

Taxa de compressão: n/d

Potência (cv a rpm): 102 a 12000

Torque (mkgf a rpm):
 6,53 a 10500

Câmbio:
 6 marchas, transmissão final por corrente

Chassi
Quadro: 
viga de alumínio forjado tipo Diamond

Suspensão
Dianteira: 
garfo telescópico hidráulico invertido

Traseira: balança articulada tipo link de amortecimento hidráulico e mola helicoidal

Freios
Dianteiro:
 disco flutuante duplo de 296 mm, com pinça de 4 pistões opostos

Traseiro: disco simples de 240 mm e pinça deslizante de pistão simples

Pneus
Dianteiro:
 120/70-17

Traseiro: 
180/55-17

DIMENSÕES


Comprimento (cm): 208,5

Altura/largura (cm): 109/76

Entre-eixos (cm): 143,2

Peso a seco (kg): 173/177 (ABS)

Vão-livre (cm): 13,5

Altura do assento (cm): 80,4

Tanque (l): 19

DESEMPENHO

0-100 km/h (s): 3,5

0-200 km/h (s): 17,7

0-1000 m (s / km/h): 22,9/212,5

De 40 a 70 km/h em 3ª (s): 3,4

De 60 a 90 km/h em 4ª (s): 3,2

De 80 a 110 km/h em 5ª (s): 3,7

De 100 a 130 km/h em 6ª (s): 4,6

Máxima na pista de testes (km/h):
 217,4

Velocidade real a 100 km/h (km/h): 94

Consumo esportivo (km/l): 
12,1

Consumo econômico (km/l): 18,5
tirado de;quatro rodas!

Honda CB 600F Hornet x Kawasaki Z750 x Yamaha XJ6N

Com visual renovado, preço rebaixado e as qualidades de sempre, a Hornet enfrenta a Z750 e a XJ6N


A Honda atualizou o visual da Hornet, a líder de vendas entre as naked de maior cilindrada no Brasil, seis meses depois de fazê-lo na Europa. Mas a nova Hornet não traz nem a suspensão dianteira regulável nem as novas tintas da versão europeia. Nada de amarelo ou branco, as cores à venda por aqui são as anteriores preto e verde metálico. Em compensação, a CB 600F 2012 baixou de 33260 para 30800 reais. Na versão com C-ABS, como a testada, o preço foi de 36680 para 33800 reais.

A ciclística e a mecânica não mudaram. Motor e câmbio continuam entre os mais modernos do mercado, potentes, confiáveis e robustos. Mas a suspensão dianteira agora fica sem graça diante da rival Kawasaki Z750, que monta bengalas alternadas, uma para compressão e outra para retorno, com regulagens de pré-carga da mola e retorno (embora sacuda mais que a Honda em curvas fortes, ao menos regulada como estava).

A Z750, aliás, venceu o último comparativo entre as naked do segmento. Contaram pontos naquela vitória o apelo de novidade, os 150 cc a mais, o design mais moderno e a pífia diferença de preço entre os modelos. A Kawasaki, apesar de continuar deliciosa, perdeu três desses quatro argumentos com a chegada da nova Hornet. Nesse ínterim, a CB 600F, além de ganhar visual renovado, ficou mais barata e a Z750, mais cara - a diferença entre elas, que antes era de 730 reais (ambas sem ABS), agora é de 4048 reais, bem mais significativa. À Kawasaki restaram os 150 cc a mais, que têm, no caso, significado mais simbólico, de status, que de desempenho. Sim, você leu direito: os 150 cc a mais não fizeram grande diferença no desempenho. A Hornet andou mais que a Z750 em aceleração e velocidade máxima na pista, perdendo só em retomada, quando o maior torque - e em rotações mais baixas - da Kawasaki faz diferença.

A Yamaha XJ6N é quase atriz coadjuvante aqui - e não só porque todas as luzes se voltam para a reestilização da Hornet. É que a marca dos diapasões ataca o segmento pelo preço. Custando 6280 reais a menos que a Z750, a XJ6 ainda vai ter que suar muito para justificar a diferença de 2200 reais para a Hornet - pequena diante das especificações técnicas e de performance. Compare os 77,5 cv da XJ6 e os 102 cv da CB, por exemplo, para ter uma ideia.

DESIGN ECONÔMICO

As mudanças da Hornet são mais profundas na traseira, mais leve e esportiva com o suporte de placa isolado, pendurado lá atrás como nas superesportivas. A lanterna voltou a ficar vermelha (a lente era branca) e segue com leds no lugar de lâmpadas (quatro para a luz de posição traseira e oito para a luz de freio). É bom. Diodos gastam menos energia e duram mais que lâmpadas.

Todo o subchassi traseiro foi modificado para receber o novo banco (incorpora cintas escamoteáveis para a fixação das aranhas de amarração). O assento tornou-se mais estreito para melhor encaixe das pernas no tanque.

A traseira perde as duas grandes alças de alumínio forjado que serviam de apoio para o garupa e para a amarração de bagagens - e eram marcantes no visual traseiro, com sua forma de asas.

O garupa agora deve se agarrar em duas fendas, uma de cada lado nas laterais. Ficou mais bonito, mais moderno e... mais barato de produzir! A mesma lógica inteligente foi aplicada na dianteira e no painel. O conjunto óptico e de painel frontal ficou mais leve, esguio e moderno - e deve ter facultado à montadora uma economia de escala que possivelmente lhe permitiu, em parte, reposicionar o preço final do modelo.

Assim, o farol não é mais duplo, de dois refletores superpostos, com duas lâmpadas. Uma só lâmpada em um só bloco óptico dá conta do recado, valendo- se de dois filamentos, um de 60 W para o facho alto e um de 55 W para o baixo. Uma lanterna de posição surge por baixo do conjunto.

O painel mudou: ficou menor - e pior. Agora digital, com um miúdo conta- giros de cristal líquido no lugar do ponteiro, perde em facilidade e rapidez de leitura. Está mais sujeito a reflexos indesejados. Apesar de parecer - e, eventualmente, até mesmo ser - mais tecnológico e avançado, também deve significar alguma economia de escala, o que a fábrica não confirma. O conjunto mantém importantes funções, luzesespia previdentes e um bom número de informações úteis, como nível de combustível, autonomia restante, consumo instantâneo e médio etc.

As pequenas aletas laterais ao farol, isoladas na minicarenagem frontal, têm, segundo Alfredo Guedes, engenheiro da empresa, utilidade aerodinâmica nas velocidades altas (acima de 120 km/h), para pressionar a frente junto ao chão.

Dinamicamente, a motocicleta não mudou - e continua deliciosa. Tem o melhor motor, o melhor quadro (o único de alumínio forjado) e os melhores freios do segmento, especialmente com o C-ABS, que ninguém mais tem. A Kawasaki oferece um bom ABS, mas sem o sistema de frenagem combinada. Apesar disso, o ABS da Kawasaki é mais caro: custa 3433 reais, ao passo que o sistema da Honda sai por 3000.

A Yamaha XJ6N é um conjunto equilibrado, mas é assumidamente mais barata, com componentes mais simples, motor menos potente, pneus mais finos - e não oferece ABS nem como opcional. Mesmo assim, é um bom produto, que merece todo o respeito. Para uso urbano, por exemplo, é a melhor de todas, pois tem torque em baixa superior à Honda e melhor maneabilidade em pequenos espaços que a Kawasaki. Além disso, é a mais econômica, o que sempre é relevante. Também aceita melhor (tão bem quanto a Z750) pilotos mais graúdos que a Hornet, "mignon" para quem tem mais de 1,80 metro. Tamanho é prerrogativa da Z750, que, com seus 203 kg (são 186 na XJ6 e 173 na CB), se impõe pela presença.

03/10/2011 12:49 - Por Eduardo Viotti | fotos: Marco de Bari

domingo, 28 de abril de 2013

trabalhe no google

gallera vou sair aq tabem boa noiite blz. quem quiser conhecer trabalho n google clika ae e ver se vcs gostarem blz!